Casa do Ribatejo 65

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Iniciativa empreendedora dos "lavradores" de feitoria do Douro

Iniciativa empreendedora dos "lavradores" de feitoria do Douro
 
Viticultores e Proprietários de Quintas distribuídas pela região  demarcada do Douro,  juntaram-se para partilhar recursos e criar sinergias de forma a conseguir o que sozinhos não conseguiriam: Produzir Vinhos de elevada qualidade.

Fundada no ano 2000, num compromisso declarado com a excelência. Pela primeira vez no Douro, um grupo de produtores associou saberes e experiências, passado e futuro, inovação e tradição.

São 15 os produtores associados à Lavradores de Feitoria, proprietários de Quintas nas três sub-regiões do Douro - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superio e que juntos somam uma área total superior a 600 hectares.
Contando com uma Equipa Técnica de primeira linha, o modelo de gestão da LDF é inovador a diversos títulos, apostando fortemente na lógica da sustentabilidade. Graças ao esforço colectivo de todos os accionistas, todos eles durienses convictos, a LDF construiu um universo que junta marcas, mercados e parcerias num projecto positivo, confirmado pelo bom acolhimento dos seus produtos junto dos críticos e público mais exigentes.
Apesar da juventude da Empresa, a procura da obtenção de Vinhos equilibrados, elegantes e com potencial de envelhecimento, são o centro das atenções da LDF, junto ao melhor que o Douro pode dar.


História do Nome


Marquês de Pombal, Fundador da Região Demarcada do Douro, seleccionava os melhores Vinhos desta região, destinando-os aos apreciadores mais exigentes do país e do resto do mundo.

Estes chamavam-se “Vinhos de Feitoria” e ganharam merecido respeito pela sua extrema qualidade.

Na viragem do século, lavradores do Douro uniram-se para realizar um sonho tão simples quanto ambicioso: juntar “lavradores” para fazer Vinhos “de feitoria”.

Assim nasce a lavradores/de/feitoria, reunindo diferentes saberes e experiências, ancestrais e contemporâneos, desde a viticultura à comercialização.

Fundada no ano 2000 com algumas das melhores Quintas e “terroirs” do Douro e que juntos somam uma área superior a 600 hectares.

Com 18 Quintas, uma multiplicidade de castas, vinhas de diferentes idades, "terroirs" que em muito contribuem para a complexidade e carácter dos Vinhos, o compromisso declarado com a excelência e tradição do Douro, fazem dos Vinhos da lavradores/de/feitoria, ÚNICOS.

Vinhos


Os Vinhos de Lote: A partir de uma rigorosa selecção das uvas das diversas Quintas, obtêm-se Vinhos de lote que revelam a complexidade e a riqueza dos Vinhos do Douro.

Os Vinhos de Quinta: Produzidos apenas com uvas da Quinta de origem, pretendem ser o espelho do seu terroir. Estes Vinhos são assim fiéis à sua Quinta e diferentes entre si.

Assim nascem os Vinhos lavradores/de/feitoria!

http://www.lavradoresdefeitoria.pt/


terça-feira, 29 de maio de 2012

Professor José Eduardo Mendes Ferrão Scientifc Award 2012


Scientifc  Award 2012
Professor José Eduardo Mendes Ferrão

O Senhor Professor José Eduardo Mendes Ferrão, Professor Jubilado do Instituto Superior de Agronomia, membro honorário da Académie Royale des Sciences d’Outre-Mer (Bélgica) e Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, foi Secretário de Estado da Agricultura, Presidente da Comissão Nacional da FAO e colaborador do IICT como Diretor do Departamento de Ciências Agrárias e do Centro de Estudos de Produção e Tecnologia Agrícolas, autor de mais de 300 trabalhos de investigação, técnicos e de divulgação, publicados no País e no estrangeiro, especialmente na área das Ciências Agrárias Tropicais, será agraciado com Scientifc  Award 2012, por Friends The University for Peace Foundation, no X International Ethnobotany Symposio, em reconhecimento da sua vida dedicada à Melhoria do Planeamento Alimentar, nomeadamente em Produção e Tecnologia Agrária Tropicais, Etnobotânica e História da Difusão Portuguesa das Plantas Alimentares, através de trabalho interdisciplinar, ensino, investigação e educação, sempre com mestria e entusiasmo brilhante em prol da Comunidade Científica.
O Simpósio, organizado por Friends The University for Peace Foundation, realizar-se-á em Hinxton, Cambridge, Inglaterra, de 18 a 20 de Setembro, do corrente ano.

domingo, 11 de março de 2012

O futuro da alimentação - ambiente, saúde e economia CICLO DE CONFERÊNCIAS

O futuro da alimentação - ambiente, saúde e economia

CICLO DE CONFERÊNCIAS  

Ouça as conferências  na Internet

Sexta, 9 mar 2012
17:30
Aud. 3
Transmissão online em direto

http://www.livestream.com/fcglive 


PARCEIRO  Parceiro Público 


ENQUADRAMENTO GLOBAL DA PRODUÇÃO E CONSUMO DE ALIMENTOS 
Sessão de abertura
Emílio Rui Vilar, Presidente Fundação Calouste Gulbenkian
Bárbara Reis, Diretora do Jornal Público

Oradores
Charles Godfray“O desafio de alimentar 9-10 mil milhões de pessoas de forma sustentável e equitativa” 
Arlindo Cunha: “A PAC e a globalização“
Comentário: José Lima Santos

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Quarta, 11 abr 2012
16:00
SEMINÁRIO ALIMENTAÇÃO EM TEMPO DE CRISEDirigido aos diretores clínicos e executivos dos Centros de Saúde.

18:00
ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
Presidente: Henrique de Barros
Oradores: Tim Lang: “Modelos alternativos de alimentação”
Comentário: Pedro Graça

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Quinta, 17 mai 2012
18:00
ALIMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

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Segunda, 14 jun 2012
16:00
SEMINÁRIO CASOS DE SUCESSO NA ÁREA ALIMENTAR
18:00
ALIMENTAÇÃO  E ECONOMIA
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Terça, 16 de Outubro 2012
18:00
ALIMENTAÇÃO, AMBIENTE E PESCAS

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Sexta, 2 Novembro 2012
18:00
ALIMENTAÇÃO, AGRICULTURA E AMBIENTE

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Quinta, 13 Dezembro 2012
16:00
SEMINÁRIO DESPERDÍCIO ALIMENTAR EM PORTUGAL 
18:00 
ALIMENTAÇÃO, CULTURA E ÉTICA


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Sobre o Ciclo de Conferências "O Futuro da Alimentação":

 A crise económica mundial apela a uma reflexão profunda e emergente sobre a mudança de paradigma na definição de prioridades e nos comportamentos. A sociedade civil pode assumir um papel fundamental na procura de soluções possíveis, tanto ao nível mais local como global. A Fundação Calouste Gulbenkian tem vindo a investir na antecipação dos problemas que mais profundamente marcarão a nossa sociedade, na promoção do debate informado sobre estes desafios, na experimentação a nível local de novas soluções para aqueles problemas, na mediação do diálogo entre organizações sociais e os vários sectores da sociedade, no reforço da capacidade de atuação das organizações, na mobilização de parcerias e na disseminação de boas-práticas. 

Nesta linha, o Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano(PGDH) e o Programa Gulbenkian de Ajuda ao Desenvolvimento(PGAD) organizaram este ciclo de conferências sobre o futuro da alimentação e as suas implicações no ambiente, na saúde e na economia, comissariado por José Lima Santos com a colaboração de Isabel do Carmo e Pedro Graça. Convidámos especialistas nas diversas áreas-problema a partilhar connosco os seus conhecimentos e visão, no âmbito de um debate alargado e integrador que promova o diálogo interdisciplinar e a emergência de novas visões. Em cada uma das sessões serão analisadas opções e escolhas possíveis e produzidas recomendações para os diversos intervenientes: ciência e tecnologia, economia e mercados, políticas públicas, consumidores, agricultores e indústria.

Os textos das sessões serão editados em livro.

Luísa Valle, Diretora do Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano
Maria Hermínia Cabral, Diretora do Programa Gulbenkian de Ajuda ao Desenvolvimento


INFORMAÇÕES E CONTACTOS
Av. Berna, N.º 45 A
1067-001 Lisboa Portugal
+351217823156
hsilva@gulbenkian.pt

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A investigação Agrária em Portugal. Que futuro? Mesa Redonda 01.03.2012

Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal
Sede: R. da Junqueira, 299, 1300-338 Lisboa NIF: 502 241 551
Tel/Fax: 213 633 719; Tlm: 936 378 549/50 http://www.scap.pt/; e-mail:secretariado@scap.pt

MESA REDONDA
“A Investigação Agrária em Portugal”
Que Futuro?
Data: Dia 1 de março de 2012 (5ªfeira) às 17.00 horas
Local: Sede da SCAP, Rua da Junqueira, 299-Lisboa
Moderador:
Prof. António Almeida Monteiro, Vice-Reitor da UTL, Presidente da ISHS*
Oradores:
Prof. Luís Santos Pereira, ISA, Presidente do CEER** Prof. Manuel Cancela D'Abreu, Vice-reitor da U. de Évora Investigador, Benvindo Martins Maçãs, INIAV – Elvas Investigador, Pedro Brás de Oliveira, INIAV - Oeiras
O desenvolvimento de uma agricultura moderna competitiva e sustentável, capaz de responder às necessidades alimentares de uma população em constante crescimento a nível mundial, está hoje, cada vez mais dependente da evolução tecnológica e da inovação, assente na produção de novos conhecimentos técnico-científicos.
Efetivamente, os desafios para uma oferta de produtos e serviços de melhor qualidade, mais baratos e bem adaptados às necessidades dos consumidores, e que simultaneamente respeitem o meio ambiente e a dignidade de quem trabalha na terra, envolve hoje enormes recursos em atividades de investigação e transferência tecnológica, que não estão ao alcance de todos, obrigando os pequenos países a estabelecer prioridades.
O acesso ao conhecimento é hoje um fator vital de competitividade e de diferenciação positiva, nas sociedades modernas, e uma alavanca indispensável para assegurar o progresso equilibrado da atividade agrícola na sua tripla função: produção de alimentos e matérias-primas, proteção do meio ambiente e ordenamento de território.
Hoje é praticamente consensual: que a investigação deve estar ligada aos agentes económicos, e nomeadamente às organizações mais progressistas e representativas dos diferentes setores de atividade, e que a componente aplicada, capaz de contribuir para a resolução dos problemas concretos que afetam a produção nacional deve ser privilegiada!
Neste contexto, os modelos de organização e financiamento são muito diversos e, há muitas e importantes questões a que urge responder: qual o papel dos Laboratórios do Estado? - em grave agonia, vítimas de pseudo-restruturações, da falta de avaliação e de uma gestão sem
Sede: R. da Junqueira, 299, 1300-338 Lisboa NIF: 502 241 551
Tel/Fax: 213 633 719; Tlm: 936 378 549/50 http://www.scap.pt/; e-mail:secretariado@scap.pt
objetivos claros! E das universidades? - fragilizadas pela dispersão e pela falta de organização, incapazes de criar verdadeiros Centros de Excelência! Qual o futuro dos jovens doutorados em termos de empregabilidade e continuidade dos seus projetos? Como deve ser financiada e por quem deve ser realizada a investigação estratégica, sobre temas que interessam à sociedade em geral? Que empresas ou associações têm capacidade de desenvolver sozinhas, ou em parceria, os seus próprios programas de I & D? Quais os modelos mais adequados para o financiamento da investigação em Portugal e como devem ser definidas as prioridades, atendendo à exiguidade dos recursos financeiros, numa situação de profunda crise?
São estas e outras questões, que iremos discutir nesta Mesa Redonda, em que contamos com um painel de especialistas de grande mérito, de gerações diferentes, que nos vão transmitir as suas experiências pessoais em áreas muito distintas do conhecimento agronómico, e também as suas visões e análises para responder a estes desafios, num debate que esperamos seja muito vivo e participado, em que contamos com a contribuição de todos os interessados e, particularmente com o empenhamento dos mais novos.
As conclusões desta conferência serão amplamente divulgadas e enviadas aos Ministérios da Tutela, porque precisamos, mais que nunca, de apostar num novo paradigma que vá ao encontro das prioridades nacionais, envolvendo de forma inequívoca todos os principais protagonistas deste setor.
Aceite o nosso convite e participe a entrada é livre!
Lisboa, 17 de fevereiro de 2012
Saudações cordiais.
A Direção da SCAP

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

MULHER por José Alves Ribeiro









Enaltecemos-te, mulher, regaço terno,
âncora firme na maré  de inquietude,
és sonho, quimera, calor da juventude,
sol de primavera no frio do inverno.

Seara deleitosa onde fermenta o pão
do amor mais nobre e pleno de carinho,
sem a tua companhia neste caminho
da vida, esta seria um mar de solidão...


Sublime terá de ser esta homenagem
mais do que justa e que provém do coração,
no que nos resta na aventura e na viagem


que percorremos, lado a lado, em comunhão,
serás tu, por certo, a bem real miragem
que, nalgum deserto, nos vai estender a mão!

José Alves Ribeiro, fevereiro de 2012